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Bom dia a todos.

Sem estar a plagiar, deixo aqui mais um link de um bom guia de compra para o Lotus Elise S1.

http://www.pistonheads.com/doc.asp?c=52&i=23865

Vem hoje publicado no site PistonHeads e não podia deixar em claro a sua referência aqui no forum.

Constituirá mais uma ajuda para quem pretender aventurar-se nestes pequenos endiabrados.

Mais uma razão, também, para compreender porque é que um Elise S1 pode ter preços superiores a € 20.000,00 no mercado nacional.

Só foram produzidos cerca de 8600 Elise´s S1, o carro é de uma fiabilidade bem acima da média, apesar do muito que se possa dizer a seu respeito, é tecnologicamente muito evoluido e as suas prestações podem ir do 80 para o 800.

E hoje em dia já constitui um verdadeiro clássico.

Convêm que os menos avisados nestas coisas não se esqueçam que um Elise S1 nos mercados europeus vale em média quase o dobro de um Audi TT ou de um Porsche Boxster (carros estes normalmente mais recentes) para não falar de outros desportivos mais populares.

Boa leitura.

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Aprovo :)

O problema dos desportivos que referes é que têm um exelente motor, mas o chaci é mau e o resto do equipamento não corresponde a um verdadeiro desportivo então o carro acaba por desvalorizar bastante.. Um exemplo é o Opel Speedster Turbo e o Opel GT, o opel GT tem 265hp de origem mas tem prestaçõe piores que o meu (200hp) quando comprei o meu não me espantei de ver um Opel GT de 2008 muito mais barato que o meu.. podia ter optado por esse, mas não.. não tem mesmo nada a ver :)

Um abraço :)

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o carro é de uma fiabilidade bem acima da média

Concordo mas é uma verdade que o K-Series tem sido malandro no que toca a fiabilidade. Pelo menos no MGTF tem sido mas isso talvez se deva ao circuito de refrigeração. O meu medo com os Elises é precisamente o K-Series...

Devo ter "medo" destes Rover ou nem por isso malta?

:tumbleweed:

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Filipe,

O problema das juntas era um fantasma que me perseguia antes de ter o meu carro.

Confesso que é um pouco desanimador, na fase de pesquisa e recolha de informação acerca destes carros, ler tantos relatos e comentários, acerca deste, repito, fantasma.

O meu carro tem actualmente na casa das 51000 milhas (81600 km). Quando o comprei fiquei com o historial técnico do carro. além de ter o livro carimbado, tenho as facturas descriminadas dos trabalhos feitos.

O carro teve dois donos e o primeiro era empregado do antigo dono! Este último era muito consciencioso com as manutenções e todos os anos ia fazer a dita revisão num especialista Lotus, independentemente da kilometragem percorrida.

Além dessa atenção à manutenção, na própria utilização, dá ideia que era cuidado.

Talvez seja por isso mesmo que o meu nunca deu problemas. Sou da opinião que se tivermos alguns cuidados mínimos e principalmente muita atenção, se de facto ocorrer problemas na junta, damos conta deles numa fase embrionária, sendo a sua reparação mais simples e barata.

A única coisa que me aconteceu foi uma pequena fuga num dos topos de plástico do radiador, que foi fácilmente reparado (50€) assim que dei por ela. Nem foi preciso comprar um radiador novo. Apenas foi trocado o vedante que estava partido.

Além do mais, no meu caso pelo menos, o carro é apenas para dar umas voltas ao fds e fazer uns trackdays de vez em quando. Ora com uma utilização mais esporádica do carro, é quase inevitável estarmos sempre em cima do acontecimento e verificar se perde algum fluído, se existe contaminação de óleos ou águas, se surgem barulhos novos, etc.

Não tenhas tanto receio, que sinceramente acho que é apenas um fantasma.

Edited by Nuno Santos
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O problema das juntas foi empolado por uma franja de utilizadores britanicos dos Rover que gostam de maldizer a industria inglesa marcada desde sempre pelo estigma British Leyland. É tão vulgar ter problemas nos K-Series como em qualquer outro motor mas como não é alemão nem japonês então é mais fácil criticar. A manutenção atempada e a atenção no uso são garantes de longa vida deste motor. Os detratores nunca conseguiram digerir muito bem que um motor feito por ingleses conseguisse valores de potência e binário tão elevados. Alguém se lembra que o 1.4 aspirado debitava 103cv sem ajuda de compressores?!

Long live the K! :)

Rui Pedro Coelho

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Por acaso nisso dos K não concordo com vocês. :) Como alguns sabem, já estou há alguns anos envolvido no projecto do Clube MG-Rover (desde 2005) e de facto o problema da junta não é algo que não exista ou que exista de igual forma a um qualquer outro motor. É um excelente e super leve motor, sem dúvida alguma, mas nesse ponto é de facto problemático. Tinha acabado de colocar isto num post aqui ao lado, mas aqui coloco os dados mais detalhados sobre uma sondagem que fez no Mg-Rover sobre a junta. A pergunta era: "Quando queimou a junta da colassa no vosso motor K?" E os resultados foram:

4 - Antes dos 50.000Km

6 - Entre os 50.000Km e os 70.000Km

16 - Entre os 70.000Km e os 100.000Km

27 - Entre os 100.000Km e os 150.000Km

3 - Entre os 150.000 e os 200.000Km

2 Depois dos 200.000Km

18 - Nunca queimou e tem menos de 100.000Km

18 - Nunca queimou e tem mais de 100.000Km

O meu já teve HGF, tem o equivalente a 84000km, e pelo que vejo no SELOC há mesmo muitos K's com o mesmo problema. Claro que devidamente tratado o problema fica logo resolvido. Aliás, não foi à toa que a Land Rover teve de criar um sistema diferente para o termóstato e ter criado a junta MLS.

Um abraço,

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Caro Miguel

Não sei que intervenção já fez no seu K, mas pelo que tenho visto seria a pessoa ideal no forum, para dedicar algum tempo a fazer um guia com as peças necessárias, referências e preços, quer da junta, oil rail, parafusos, sistema de arrefecimento corrigido, etc...

Edited by ocutefodo
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A minha junta não foi mudada por mim, mas sei que foi mudada porque nas fotos que vi (antes de o comprar) tinha o depósito da refrigeração acastanhado (típico de um K que já teve HGF) e quando chegou a PT tinha um depósito brand new. :)

No entanto, farei com o maior dos prazeres um tópico sobre o que é necessário: part numbers, lojas (será tudo na mesma loja, a Rimmer Bros) e preços. Há outras coisas que podem ser mudadas no processo da substituição da junta título de prevenção. Quando tiver um pouco de tempo crio um tópico sobre o assunto e sobre os sintomas do HGF. Não sou um expert na matéria, bem longe disso, mas tenho algum contacto com eles (Serie K's).

Um abraço,

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Olá a todos.

O motor K foi das motorizações mais revolucionárias que a indústria automóvel concebeu nos finais da dácada de 80 e anos 90.

Ainda hoje é um motor muito evoluido, mesmo para o que se vai produzindo por aí e por ser muito avançado para a época é que derivou grande parte da má fama que o precede.

Senão vejamos.

Os seus defeitos derivam essencialmente de 5 ordens de razões:

1- A utilização de uma junta de colaça frágil e barata - problema essencial existente em todas as versões (junta que também é utilizada por muitos bons outros construtores automóveis - dos quais ninguêm fala);

2- O facto deste motor ter nascido originalmente até 1,4 cc e, nas versões MGF/Elise/Freelander/etc ter sido "esticado" para 1,8 cc (com todo o brilhantismo que mesmo assim se lhe reconhece);

3- O facto deste motor ser construido com materiais de F1, de acordo com principios puramente de competição e de grande avanço tecnológico para a época - como, por exemplo, o facto dos parafusos que apertam a cabeça do motor serem os mesmos que apertam a cambota;

4- Dado o seu avanço tecnológico á época, quase nenhum preparador/oficina/mecânico estava preparado em capacidade e conhecimento para mexer nestes motores, daí os muitos problemas/asneiras que foram surgindo não do motor em si mas dos marretas que o iam mexendo; e

5- O facto inevitável de ter sido atropelado pelo declínio da Rover, que não teve tempo nem recursos para desenvolver convenientemente o série K - já alguêm imaginou o que seria um K desenvolvido de raiz para 2 litros de cilindrada??

Uma observação, o declinio da Rover, cá para nós, foi deliberadamente provocado pela BMW, marca que possui algumas motorizações de fiabilidade bem ridicula - só que a algumas marcas de carros tudo se lhes perdoa e até os defeitos se transformam em virtudes.

Atenção que o melhor dos Série K até poderá ainda estar para vir, agora que a Rover é detida pelos chineses e estes vão ter que pegar nesta unidade e proceder ao seu desenvolvimento pois ainda é o melhor diamante que os donos da marca possuem em carteira.

Por isso não há que ter medo do Série K, ainda é um grande motor.

E as reparações de que todos falamos aqui são quase de graça comparadas com reparações de motores de marcas concorrentes - até em relação a algumas revisões que se cobram no mercado automóvel dito normal.

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Concordo em absoluto. :) A Serie K de facto não chegou a ter um 2.0, mas ainda teve o 2.5, utilizado nos 75, era o K V6. Por falar em 75, esta foi a única coisa boa que a BMW deixou no grupo MG-Rover, pois de resto deixou tudo numa ruína e ainda por cima sacou todo o know how da Land Rover (para ser aplicado no primeiro TT da marca, o X5).

Albino, actualmente a Rover não pertence aos chineses, pertence à Tata. A Ford tinha direitos sobre a marca Rover, e quando faliu foi comprada à BMW. Mais tarde, quando a Ford vendeu a Jaguar/LandRover/Daimler à Tata, a Rover também foi no pacote. Quando se descontinuou o X-Type, ainda se chegou a supor que a Rover iria entrar novamente em acção, mas infelizmente parece não se confirmar, pois o novo Jaguar X-Type já está em desenvolvimento.

Um abraço,

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Olá Miguel.

Não sei porquê, estou com a ideia que a Rover pertence actualmente a interesses chineses.

Mas não tenho a certeza.

De qualquer modo quem lá manda agora são asiáticos que á custa de alguns trocos vão herdar um now wo considerável.

Vamos ver se saberão aproveitar essa herança e tradição.

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Viva Albino, :)

Aquilo na altura foi um turbilhão/confusão. Os chineses (SAIC) de facto tinham a intenção de comprar todo o grupo, no entanto veio a saber-se que a BMW quanto tinha vendido o Grupo MG-Rover à Phoenix Consortium em meados de 2000, apenas a Rover tinha uma condição especial, não era vendida mas sim "alugada" (sem valor de aluguer, digamos que foi emprestada) por tempo indefinido.

Isto aconteceu porque a Ford assim o exigiu na altura da compra da Land Rover, meses antes. E mais, no contrato de compra da Rover, tinha uma cláusula onde dizia que, caso a Rover voltasse para a BMW (o aluguer/empréstimo terminava), e caso a BMW quisesse vender a Rover, a Ford seria sempre o comprador preferencial.

O Grupo MG-Rover acabou por falir em 2005, e então a Rover passsou para a BMW. A Ford, com receio que os chineses fizessem SUVs com o nome Rover, colidindo e fazendo assim confusão com a Land Rover, activou a cláusula do contrato decidiu comprar a Rover por pouco mais de 6 milhões de libras. Imediatamente colocou a marca sob alçada da Land Rover.

E porque não podiam comprar a Rover, a SAIC desistiu da compra do grupo e apenas comprou os direitos do 75 e maquinaria do carro. Aí entou a NAC e comprou tudo o que ainda havia excepto, claro, a Rover, a MG Sports & Racing (incluindo a linha de montagem do MG SV e respectivos direitos) e a linha de montagem dos modelos 45/ZS (que eram da Honda e regressaram para a Honda).

Quando a Ford vendeu a Jaguar e a Land Rover à TATA, visto que a Rover está sob protecção da Land Rover, também foi vendida no pacote. Legalmente, quem é o dono da Rover é a Land Rover, mas com esta por sua vez è da Tata...

Já agora, e a título de curiosidade a SAIC ficou danada com a situação, e não comprou os direitos do 75 em vão. Criou uma nova marca de automóveis que se chama Roewe (em chinês o som que sai é: "wrong way"... brilhante!!! Grrrr), e lançou o Roewe 750, que basicamente é o Rover 75 com algumas alterações....

Simbolo da Roewe:

200px-Roewe_logo_cropped.png

O Roewe 750:

roewe_750.jpg

Têm para venda todas as versões, até mesmo as antigas e a LWB:

roewe750t.jpg

roewe750_hybrid.jpg

O interior está bastante diferente e a traseira ligeiramente:

roewe_750_3.jpg

Diga-se de passagem que não ficou nada mal:

112_0704_26z+roewe_750+rear.jpg

Um abraço,

Edited by migueldefender
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A MG acho que foi o "sobrante" que ainda ficou melhor, com a Nanjing Automobile, chinesa mas em que o Estado é o principal accionista...

Obrigado pessoal pelas infos. Também acredito que muito do que se diga seja exagero. O meu primeiro carro foi um Fiat Uno e também queimou a junta... e só tinha 40 cavalos :thumbdown:

Mas gosto de ler opiniões de malta que percebe e já tem este motor a algum tempo :)

Obrigado a todos! :thumbup:

Tomei nota: importante quando considerar um elise: residuos amarelados na tampa do óleo e de preferência todo o historial mecânico do carro. Roger :coffee:

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Miguel

Obrigado pelas últimas informações.

Realmente a história mais recente da Rover dá bem uma telenovela.

E com muitos episódios.

Nunca percebi é muito bem porque é que a GB / UK - estado ou privados têm "entregue / abandonado" a estrangeiros tantas e tão boas marcas automóveis.

Muitas das fábricas e sedes dessas marcas ainda estão em terreno inglês mas mesmo assim.

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É bem verdade, a indústria automóvel inglesa infelizmente está toda entregue aos estrangeiros... :( Nem sei se há alguma que actualmente seja 100% inglesa, e se as há deverão ser as muito pequenas, tipo TVR (que já fechou - o Elise vai levar umas peças do TVR!!! A ver vamos se fica bem). Mas é como o Albino diz, felizmente algumas deles continuam com as suas sedes, gabinetes de design, de estudos, etc no UK. Do mal o menos.

Grande abraço,

P.S.: Vai ao passeio no dia 17? :)

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Miguel

Gostava de ir ao passeio de 17 mas infelizmente não posso.

Terá que ficar para uma próxima oportunidade.

Ou para uma ocasião que se proporcione para lhe apreciar as máquinas.

O Miguel já tem muito para ver no seu "atelier".

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